Dr. Eduardo de Lamare alerta: a exaustão de sentir dor e ouvir que “seus exames estão normais” gera ansiedade. Entenda como o diagnóstico certo muda isso.
O mês de janeiro é dedicado a cuidar da saúde da mente e das emoções. Mas, para muitas mulheres, é impossível manter o equilibro emocional quando o corpo vive mandando sinais de alerta. Estamos falando daquela dor no “pé da barriga” que não passa, da cólica que derruba e do cansaço que parece não ter fim.
Muitas mulheres levam anos (em média de 7 a 10) correndo de médico em médico para descobrir o que têm. Nesse tempo, é comum ouvirem frases como “é só estresse” ou “é coisa da sua cabeça”, porque os ultrassons comuns não mostram nada atípico.
Essa situação cria um ciclo perigoso: a mulher sente a dor, mas o exame diz que ela não tem nada. O resultado? Ansiedade, sensação de impotência e até depressão.
A prova que você não está “imaginando” coisas
Quem traz luz a esse cenário é o Dr. Eduardo de Lamare, da Clínica Eladium. E ele fala com a propriedade de quem já investigou de perto a história de milhares de mulheres: em seu currículo, o médico soma mais de 20 mil mapeamentos de endometriose realizados.
Com essa vasta experiência em imagem diagnóstica, Dr. Eduardo afirma que o exame bem feito funciona como uma validação necessária. Ele explica que “o Mapeamento serve justamente para transformar aquela dor que só você sente em uma imagem que os especialistas podem ver”.
“Ao longo desses 20 mil diagnósticos, aprendi que a dor é algo que ninguém vê, só quem sente sabe. Quando a paciente chega para o exame relatando episódios de muita dor, mas os laudos anteriores deram ‘normais’, ela começa a duvidar de si mesma. O papel do Mapeamento é mostrar: olha, a dor é real, existe uma inflamação aqui e tem nome: endometriose”, explica o especialista.
O diagnóstico como ponto de partida para a cura
Ao usar técnicas avançadas (como o preparo intestinal para “limpar” a visão do ultrassom), o médico consegue achar os focos de inflamação que estavam escondidos, entregando um laudo detalhado para que o ginecologista ou cirurgião possa realizar o tratamento correto.
Estudos mostram que viver com dor constante mexe com a química do nosso cérebro, aumentando o estresse. Por isso, descobrir o problema é o primeiro passo para recuperar a paz de espírito.
“O diagnóstico certo tira um peso das costas. Ao ver na tela o motivo da sua dor, a paciente entende que não é ‘frescura’, é uma condição física que tem tratamento. Isso devolve a qualidade de vida e a tranquilidade que ela perdeu”, conclui Dr. Eduardo.
