Ultrassom para Mapeamento da Endometriose com Segurança e Precisão

Um exame detalhado e responsável para apoiar o diagnóstico e orientar o tratamento.

Os Desafios de Conviver com a Endometriose Sem Diagnóstico Adequado

Conviver com sintomas da endometriose sem um diagnóstico adequado pode trazer impactos físicos, emocionais e sociais importantes. O mapeamento por ultrassom é fundamental para compreender a extensão da doença e oferecer um plano de cuidado individualizado.

Dores pélvicas constantes

A dor abdominal crônica limita atividades simples do dia a dia e interfere na rotina pessoal e profissional.

Cólica incapacitante

As crises dolorosas intensas atrapalham estudos, trabalho e lazer, trazendo sofrimento físico e emocional.

Desconforto nas relações

A dor durante a relação sexual pode comprometer a autoestima, a intimidade e a qualidade de vida.

Impacto na fertilidade

A endometriose pode dificultar a gestação, gerando frustração, ansiedade e medo em muitas mulheres.

Por Que Realizar o Ultrassom para Mapeamento de Endometriose?

Precisão diagnóstica

Detecta focos de endometriose em diferentes regiões pélvicas, auxiliando na conduta médica adequada.

Planejamento do tratamento

Detecta focos de endometriose em diferentes regiões pélvicas, auxiliando na conduta médica adequada. O mapeamento ajuda a definir o tratamento de acordo com o grau da doença.

Segurança médica

Exame realizado por especialista com mais de 20.000 mapeamentos já realizados, com metodologia validada por referências na área, com foco na especificidade, bem-estar e excelência diagnóstica.

Apoio à fertilidade

Identificação de comprometimentos que possam interferir na gestação, auxiliando decisões terapêuticas.

Qualidade de vida

O diagnóstico correto é o primeiro passo para reduzir sintomas e retomar atividades cotidianas com mais conforto.

Relatos Reais de Quem Passou Pelo Mapeamento

Muitas mulheres encontraram no exame de mapeamento por ultrassom a clareza necessária para dar início ao tratamento adequado da endometriose.

“Convivi com dores sem entender o motivo. O exame trouxe respostas claras e ajudou no início do meu tratamento.”

– Fernanda Alves, 32 anos

“Ter um laudo detalhado fez toda a diferença. Finalmente entendi a causa dos meus sintomas.”

– Mariana Lopes, 39 anos

“Foi através do mapeamento que descobri a extensão da minha endometriose. Isso mudou totalmente a forma como conduzo meu cuidado.”

– Patrícia Duarte, 36 anos

“O exame foi essencial para planejar minha cirurgia. Hoje sigo com acompanhamento adequado e me sinto mais confiante.”

– Juliana Torres, 28 anos

Eladium — Mapeamento e Tratamento de Endometriose

Referência em Diagnóstico e Tratamento da Endometriose em Mato Grosso

Dr. Eduardo de Lamare (CRM-MT 6627) é médico especialista no diagnóstico de endometriose através do mapeamento de endometriose e fundador da Eladium — Mapeamento e Tratamento de Endometriose, primeiro serviço no Estado de Mato Grosso com foco exclusivo no diagnóstico e tratamento da doença.

Com mais de 25 anos de experiência, atua ao lado de uma equipe multiprofissional composta por especialistas em Diagnóstico por Imagem, Ginecologia e Gastrocirurgia, oferecendo atendimento completo para casos clínicos e cirúrgicos.

O compromisso da Eladium — Mapeamento e Tratamento de Endometriose é garantir ética, segurança e cuidado individualizado em cada etapa do diagnóstico e do tratamento.

eladium

Dúvidas Frequentes

É um exame de imagem realizado por via transvaginal e suprapúbica, com preparo intestinal, que identifica focos da doença e auxilia no planejamento do tratamento.

Em média, cerca de 30 minutos.
Sim. O preparo intestinal é necessário para melhorar a visualização das estruturas pélvicas.
Em geral, não. Pode haver algum desconforto, mas o procedimento é seguro e bem tolerado.

Não. O mapeamento em geral é pedido após a paciente ser avaliada clinicamente e ser levantada a hipótese de endometriose.

O mapeamento é o exame mais sensível para focos menores que 1,0 cm e também para detecção de focos intestinais e aderências. Já caso de focos menores que 1,0 mm, pode ser que a doença não seja detectável por método de imagem, sendo esse focos muito pequenos visíveis apenas na videolaparoscopia.

Sim. Ele oferece informações fundamentais para planejar procedimentos cirúrgicos, quando indicados.
Sim, mas o médico pode orientar a melhor época conforme cada caso.

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